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Notícias, tutoriais e melhores práticas para testes visuais

A detecção visual não se resume a comparar duas imagens pixel a pixel. Conforme o tipo de defeito visado, os algoritmos e os limiares diferem: uma deriva sutil de cor (token mal resolvido, conversão sRGB / P3) exige uma comparação perceptual; um deslocamento de layout (flexbox quebrado, margem duplicada) é melhor visto por uma análise estrutural; um problema de tipografia (fonte de fallback carregada no lugar da principal) exige atenção particular à renderização sub-pixel. E tudo muda novamente em modo responsive ou dark mode, onde cada breakpoint multiplica a superfície a cobrir.

Esta página reúne os artigos que esmiúçam os tipos de regressões visuais detectáveis e a maneira de distingui-los: falsos positivos ligados ao anti-aliasing das fontes, regressões reais de contraste que passam despercebidas a olho nu, quebras de layout em viewport estreito, transições parciais do dark mode em que alguns componentes esquecem de se adaptar. Também abordamos as escolhas de algoritmos de comparação (pixel matching, SSIM, perceptual) com suas forças e seus pontos cegos respectivos. O Delta-QA se apoia em uma combinação dessas abordagens para minimizar o ruído mantendo-se rigoroso sobre as regressões reais; estes artigos explicam os princípios para entender o que uma ferramenta de teste visual pode — e não pode — detectar de maneira confiável.