Escolher uma abordagem on-premise ou local-first para o teste visual não é apenas uma postura técnica: é uma resposta concreta a restrições reais de soberania, LGPD/RGPD e segurança. Capturar a interface de uma intranet bancária, de uma aplicação interna de RH ou de um dashboard de pilotagem industrial produz imagens que podem conter dados sensíveis — clientes, funcionários, indicadores financeiros. Enviá-las para uma cloud terceira, ainda que certificada, dispara imediatamente uma revisão de segurança que muitas equipes preferem evitar mantendo o tratamento internamente.
Esta página agrupa os artigos dedicados a essa filosofia: diferenças entre soluções puramente desktop, deploys on-premise em um datacenter privado, e híbridos cloud-privado. Abordamos o papel do open source nesse ecossistema (BackstopJS, Resemble.js, Pixelmatch), os trade-offs entre controle completo e custo de manutenção, as consequências práticas da LGPD/RGPD e dos regulamentos setoriais (DORA, NIS2, HDS para a saúde). O Delta-QA assume uma arquitetura local-first por padrão — nenhuma imagem deixa a estação sem ação explícita — e estes artigos explicam honestamente o que essa escolha permite e o que ela proíbe, em vez de apresentar o local como superior em todas as circunstâncias. Para algumas equipes, é inegociável; para outras, uma cloud bem configurada continua sendo mais prática.